O fim da escala 6x1 já passou na Câmara, por 472 votos a 22, mas está travado no Senado. O motivo, segundo o vídeo: a oposição, liderada pelo PL, partido de Flávio Bolsonaro, não aparece para votar. Sem senadores no plenário, não há quórum, e a proposta não anda. A votação ainda não tem data.
O que a Câmara aprovou
A proposta acaba com a escala de seis dias de trabalho para um de folga. Pelo texto aprovado na Câmara, ela garante:
dois dias de descanso por semana;
jornada reduzida de 44 para 40 horas;
salário sem mudança.
A redução chega em etapas: 42 horas em dois meses e 40 horas em 14 meses, ou seja, pouco mais de um ano. As fontes na tela são a Agência Brasil e O Globo.
Já passou na Câmara: 472 a 22. Dois dias de descanso por semana, jornada de 44h para 40 horas, salário não muda; 42h em 2 meses e 40h em 14 meses. Fonte: Agência Brasil e O Globo
O que falta no Senado
No Senado, são necessários 49 votos e cinco sessões de debate antes da votação. Se os senadores aprovarem o texto sem mudar nada, a regra passa a valer. Se mudarem uma vírgula, volta tudo para a Câmara, segundo O Globo.
Falta o Senado: 49 votos e 5 sessões de debate. Sem mudança, passa a valer; mudou algo, volta à Câmara. Fonte: O Globo
Por que a votação trava
"É aí que o plano trava", diz o vídeo. A oposição não aparece para votar, e sem quórum a proposta fica parada. Em setembro foi assim: segundo a Agência Brasil, o próprio Flávio Bolsonaro participou da ação que esvaziou o plenário.
E por que esperar? Porque em 2027, segundo o vídeo, o PL deve ter a maior bancada do Senado.
A oposição também já tentou mexer no conteúdo. O líder da oposição, Rogério Marinho (PL), tentou tirar do texto a garantia dos dois dias de descanso. E perdeu. A ideia agora, de acordo com O Globo e a CNN Brasil, é usar todas as sessões de debate e mudar o texto depois.
Por que esperar? Em 2027, o PL deve ter a maior bancada do Senado. Rogério Marinho (PL) tentou tirar do texto os 2 dias de descanso e perdeu; agora a ideia é usar as sessões e mudar o texto depois. Fonte: O Globo e CNN Brasil
O governo quer votar agora
Do outro lado, Lula trata o fim da 6x1 como prioridade, e o governo quer votar agora, segundo o ICL Notícias e O Globo.
A votação ainda não tem data. Como resume o vídeo, a sua folga depende de quem aparecer para votar. Se você conhece alguém que trabalha na 6x1, mande este conteúdo para essa pessoa.
Transcrição do vídeo
Você trabalha seis dias para folgar um? Então precisa saber o que está acontecendo no Senado, nesta semana. A proposta, que acaba com a escala 6x1, já passou na Câmara, por 472 votos a 22. Ela garante dois dias de descanso por semana, reduz a jornada de 44 para 40 horas e não mexe no salário.
A mudança chega em etapas. 42 horas em dois meses, 40 em pouco mais de um ano. Falta o Senado. São necessários 49 votos e cinco sessões de debate antes da votação.
Se os senadores aprovarem sem mudar nada, a regra passa a valer. Se mudarem uma vírgula, volta tudo para a Câmara. É aí que o plano trava. A oposição, liderada pelo PL, partido de Flávio Bolsonaro, não aparece para votar.
Sem senadores no plenário, não há quórum e a proposta não anda. Em setembro foi assim. O próprio Flávio participou da ação que esvaziou o plenário. E por que esperar?
Porque em 2027, o PL deve ter a maior bancada do Senado. O líder da oposição já tentou tirar do texto a garantia dos dois dias de descanso. E perdeu. A ideia agora é usar todas as sessões de debate e mudar o texto depois.
Lula trata o fim da 6x1 como prioridade e o governo quer votar agora. A votação ainda não tem data. A sua folga depende de quem aparecer para votar. Manda este vídeo para quem trabalha na 6x1.